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Sabado, 18 de Abril de 2026
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Justiça

MT investiga primeiro caso suspeito de intoxicação por metanol

A paciente em investigação é uma mulher de 37 anos, que deu entrada no pronto atendimento do Hospital Regional após consumir bebida alcoólica no dia 29 de setembro

Redação Panorama
Por Redação Panorama
MT investiga primeiro caso suspeito de intoxicação por metanol
Foto: freepic.diller/Freepik
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Um possível caso de intoxicação por metanol está sendo investigado em Peixoto de Azevedo, a 692 km de Cuiabá. A informação foi divulgada pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT), neste domingo (5).

Segundo a prefeitura do município, a vítima é uma mulher de 37 anos, que deu entrada no pronto atendimento do Hospital Regional após consumir bebida alcoólica no dia 29 de setembro.

A paciente permanece internada e o resultado do exame que pode confirmar a intoxicação deve ser divulgado ainda nesta segunda-feira (6).

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Até a última atualização desta reportagem, 14 casos foram confirmados e 181 estão em investigação no país.

O metanol é um álcool usado industrialmente em solventes e outros produtos químicos. Ele é altamente perigoso quando ingerido. Inicialmente, ataca o fígado, que o transforma em substâncias tóxicas que comprometem a medula, o cérebro e o nervo óptico, podendo causar cegueira, coma e até morte. Também pode provocar insuficiência pulmonar e renal.

Quando desconfiar de intoxicação

Os primeiros sinais são discretos e podem enganar. Os médicos devem suspeitar de intoxicação por metanol quando um paciente relata ter consumido bebida alcoólica e, após 12 a 24 horas, começa a apresentar:

  • Dor de cabeça intensa, enjoo, vômitos e dor abdominal;
  • Tontura, confusão mental, falta de coordenação, sonolência ou convulsões;
  • Alterações na visão, como visão turva, borrada ou perda súbita da visão;
  • Sintomas de embriaguez que pioram, em vez de melhorar.

Nos quadros mais severos, o paciente evolui rapidamente para acidose metabólica grave, insuficiência respiratória, convulsões, coma e parada cardíaca.

FONTE/CRÉDITOS: G1 MT
Redação Panorama

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