O caso do macaco-prego apelidado de “Guerreiro”, resgatado ferido por uma família em Barra do Garças, ganhou repercussão nas redes sociais e dividiu opiniões na cidade. Depois de receber cuidados, o animal passou a ser domesticado, postado nas redes sociais e considerado um “membro da família”.
No entanto, por se tratar de um animal silvestre, a posse em cativeiro é proibida pela legislação, sendo assim o Instituto Brasileiro do Meio (Ibama) recolheu o primata. A ação gerou protestos de moradores e até uma campanha para que o órgão devolvesse o macaco ao “dono”.
Nos últimos dias, boatos passaram a circular de que “Guerreiro” seria sacrificado ou enviado como cobaia para laboratórios. Em resposta, o Ibama publicou um vídeo oficial esclarecendo a situação. De acordo com o órgão, o animal está saudável e foi reintegrado à um grupo da mesma espécie, para que aconteça uma futura soltura.
O Ibama reforçou ainda que a retirada de animais da natureza, mesmo em casos de resgate, pode prejudicar o bem-estar do animal e o equilíbrio ambiental. O órgão orienta que, em situações de animais feridos, a população deve acionar os canais oficiais de atendimento para garantir o manejo adequado.