Uma professora de uma escola estadual de Confresa registrou, na última quinta-feira (21), um boletim de ocorrência relatando graves ameaças feitas por um grupo de alunos. As intimidações ocorreram em um grupo de WhatsApp, onde os estudantes discutiram planos de violência, incluindo um possível sequestro e ameaças ainda mais perturbadoras, como "arrancar os olhos" e "arrancar a pele".
De acordo com o boletim de ocorrência, as mensagens agressivas começaram após a professora cobrar atividades escolares não entregues pelos alunos. Em um dos trechos das conversas, os estudantes discutiram detalhes sobre a "trajetória da professora", indicando um possível plano de perseguição. Temendo por sua segurança, a educadora decidiu registrar a denúncia junto à Polícia Civil.
O caso está sendo investigado, e as autoridades analisam as mensagens trocadas no grupo para identificar os responsáveis pelas ameaças. A Secretaria Estadual de Educação (Seduc) será notificada para acompanhar a situação e fornecer o devido suporte à professora, garantindo sua integridade física e emocional.
A denúncia gerou um clima de apreensão na comunidade escolar e levantou discussões sobre os desafios enfrentados pelos professores no ambiente educacional, especialmente no que se refere à segurança e respeito dentro das instituições de ensino.
A Polícia Civil continua a investigação para apurar as responsabilidades e adotar as medidas legais pertinentes ao caso. O incidente também reabre o debate sobre o uso de plataformas digitais como WhatsApp para incitação à violência entre jovens e os impactos disso no ambiente escolar.