A apreensão do macaquinho prego Guerreiro, que vivia sob os cuidados do médico Luiz Morato em Barra do Garças (MT), completou 70 dias e a situação do animal preocupa ainda mais a família. O primata, que possui deficiência física, pode ser encaminhado para fins de pesquisa ou até mesmo ser sacrificado, conforme informações que chegaram ao tutor nos últimos dias.
O macaquinho Guerreiro foi resgatado por Morato após ser encontrado ferido e sem parte de uma pata. Desde então, recebeu tratamento veterinário com acompanhamento da doutora Regianne Costa, que considera injusta a atual situação. “É uma judiação o que estão fazendo com o macaco e com a família que escolheu. Acho que caberia uma multa ao Dr. Morato, mas jamais a retirada do animal. E pior ainda é essa possibilidade de sacrifício”, afirmou a veterinária, em entrevista à imprensa.
A apreensão do animal ocorreu após a suposta publicação de uma foto nas redes sociais, fato negado por Morato, que também reforça que havia um processo de adoção em andamento junto à Secretaria de Meio Ambiente de Mato Grosso (Sema).
Diante da resistência do Ibama em rever a decisão, há uma mobilização por apoio e apelo para que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva intervenha no caso, na tentativa de salvar o macaquinho Guerreiro e permitir que ele permaneça com a família que o acolheu.
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