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Sabado, 25 de Abril de 2026
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Crime hediondo: homem é indiciado por matar amante grávida com 39 facadas em Ribeirãozinho

Delegada conclui inquérito e classifica caso como feminicídio qualificado; suspeito não aceitava a gravidez de seis semanas

Redação Panorama
Por Redação Panorama
Crime hediondo: homem é indiciado por matar amante grávida com 39 facadas em Ribeirãozinho
Foto: PJC-MT/Reprodução
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A Polícia Civil de Torixoréu (MT) concluiu o inquérito que apura o assassinato brutal da vigilante Vânia Cristina Benini, de 40 anos, ocorrido no dia 5 de junho na zona rural de Ribeirãozinho. A vítima, que estava grávida de seis semanas, foi morta com 39 facadas. O autor do crime, Yuri Alexandre Rodrigues da Silva, de 28 anos, foi preso em flagrante no mesmo dia.

De acordo com a investigação, Yuri mantinha um relacionamento extraconjugal com Vânia e não aceitava a gestação. A recusa da vítima em interromper a gravidez teria motivado o ataque.

O crime ocorreu logo no início da manhã, quando Vânia seguia para o trabalho. Ela foi surpreendida em uma emboscada montada por Yuri, que a esfaqueou diversas vezes, inclusive no abdômen, em uma clara tentativa de atingir o feto.

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Após o homicídio, o suspeito foi encontrado em casa com roupas e corpo manchados de sangue. A motocicleta usada na fuga ainda estava quente, indicando recente deslocamento. Ele confessou parcialmente os fatos à polícia e alegou ter discutido com a vítima antes do ataque. A faca usada no crime havia sido comprada por ele no dia anterior, o que reforça a tese de premeditação.

Imagens de câmeras, laudos periciais e depoimentos de testemunhas sustentam o indiciamento por feminicídio qualificado, com agravantes por motivo torpe, impossibilidade de defesa da vítima e aborto sem consentimento, conforme informou a delegada responsável pelo caso, Ana Carolinne Lacerda.

O inquérito foi encaminhado ao Ministério Público para que a denúncia formal seja apresentada. Yuri segue preso preventivamente.

Denuncie: Casos de violência podem ser comunicados de forma anônima pelos telefones 197 ou 181.

FONTE/CRÉDITOS: PJC-MT
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