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Sabado, 18 de Abril de 2026
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Investigação aponta rede de crimes sexuais contra menores liderada por médico e ex-vereador de Canarana

Operação da Polícia Civil mira oito suspeitos ligados ao ex-parlamentar, que está preso desde maio por crimes sexuais e posse de imagens de abuso infantil

Redação Panorama
Por Redação Panorama
Investigação aponta rede de crimes sexuais contra menores liderada por médico e ex-vereador de Canarana
Foto: Internet/ Reprodução
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O médico e ex-vereador de Canarana (MT), Thiago Lanhes Bitencourt, de 39 anos, segue preso preventivamente desde maio deste ano, suspeito de cometer crimes sexuais contra menores. As investigações da Polícia Civil indicam que ele mantinha, simultaneamente, relações com ao menos sete mulheres, que não teriam conhecimento umas das outras.

Na quinta-feira (17), a Polícia Civil deflagrou uma operação para aprofundar as apurações e investigar o possível envolvimento de outras pessoas na produção, armazenamento e eventual compartilhamento de material pornográfico envolvendo vítimas menores de idade. Ao todo, foram cumpridas 16 ordens judiciais, incluindo mandados de busca e apreensão e de quebra de sigilos telemáticos.

Entre os alvos da operação estão sete mulheres (com as quais o suspeito mantinha relacionamentos) e um homem. A polícia acredita que as mulheres não sabiam da existência das demais relações e que uma delas teria praticado um aborto, supostamente sob a orientação direta de Thiago Lanhes. Segundo os investigadores, a criança não seria filha do ex-vereador, mas ainda assim o procedimento teria sido conduzido sob seu comando.

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A corporação considera esse episódio mais um indício da manipulação emocional e do abuso psicológico presentes no caso, ampliando o grau de gravidade da conduta do investigado.

O ex-vereador foi preso preventivamente em maio deste ano sob acusações de estupro de vulnerável e armazenamento de imagens de abuso e exploração sexual infantil. A defesa de Thiago Lanhes ainda não se pronunciou sobre os desdobramentos mais recentes da investigação.

FONTE/CRÉDITOS: CNN
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