A condenação de um homem a mais de 30 anos de prisão pelo homicídio de um morador de Araguaiana é resultado do trabalho investigativo desenvolvido pela Polícia Civil desde o crime, ocorrido na noite de 3 de agosto de 2025.
Na ocasião, equipes da Polícia Civil foram acionadas pela Polícia Militar para atender uma ocorrência inicialmente tratada como morte natural. No entanto, familiares da vítima identificaram lesões pelo corpo e sinais de violência, motivando o início das investigações.
No local, o suspeito afirmou que consumia bebida alcoólica com a vítima e que a encontrou sem vida após se ausentar por alguns minutos. Durante as diligências, uma testemunha relatou ter ouvido discussões, ameaças, agressões e gritos vindos da residência horas antes do óbito.
As investigações e os laudos periciais demonstraram que a vítima foi amarrada e submetida a sucessivas agressões físicas em razão do suposto furto de um aparelho celular, sofrendo fraturas em três costelas e perfuração pulmonar, lesões que causaram sua morte.
Diante dos elementos colhidos, o suspeito foi preso em flagrante e autuado pela Polícia Civil. Ao longo da investigação, foram reunidas provas técnicas e testemunhais que sustentaram sua responsabilização criminal e mantiveram sua prisão durante todo o processo.
Menos de um ano após o crime, o Tribunal do Júri acolheu a tese de homicídio triplamente qualificado apresentada pelo Ministério Público, condenando o réu a mais de 30 anos de reclusão.